Os Maias

Os Maias

O maior romance português.
ISBN:9789722519168
Edição/reimpressão:05-2009
Editor:11 X 17
Código:007823000020
Coleção:11X17
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SINOPSE

Os Maias, a obra-prima de Eça de Queirós e considerada por muitos o maior romance português de sempre, centra-se na história da família Maia e dos amores incestuosos entre Carlos da Maia e a sua irmã Maria Eduarda. Além de uma trágica história de amor, Os Maias é ainda uma feroz e mordaz crítica à sociedade decadente a nível político e cultural do final do século XIX e ao diletantismo da alta burguesia lisboeta oitocentista, com o humor satírico e refinado tão característicos do autor.
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DETALHES DO PRODUTO

Os Maias
ISBN:9789722519168
Edição/reimpressão:05-2009
Editor:11 X 17
Código:007823000020
Coleção:11X17
Idioma:Português
Dimensões:109 x 167 x 34 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:784
Tipo de Produto:Livro
Eça de Queiroz nasceu a 25 de Novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de Agosto de 1900, em Paris.
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