A Ilustre Casa de Ramires 

Livro de bolso

Clássico da Literatura Portuguesa
ISBN: 9789722552448
Edição/reimpressão: 06-2026
Editor: 11 X 17
Código: 007823000660
Coleção: 11X17
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SINOPSE

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845, na Póvoa de Varzim, e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.

Entrou para o curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70.

Em 1872, iniciou a sua carreira diplomática no estrangeiro e esta experiência de vida permitiu-lhe conceber a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa.

Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
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DETALHES DO PRODUTO

A Ilustre Casa de Ramires 
de Eça de Queiroz
ISBN: 9789722552448
Edição/reimpressão: 06-2026
Editor: 11 X 17
Código: 007823000660
Coleção: 11X17
Idioma: Português
Dimensões: 112 x 170 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 408
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
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