O Primo Basílio

O Primo Basílio

Eça De Queirós, Eça de Queirós
avaliação dos leitores (1 comentários)
(1 comentários)
ISBN:9789722531429
Edição/reimpressão:01-2016
Editor:11 X 17
Código:007823000324
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SINOPSE

Luísa e Jorge são o modelo do casal burguês da Lisboa de finais do século XIX, a que apenas faltam os filhos para alcançarem a plenitude da felicidade. Porém, quando Jorge é forçado a afastar-se da mulher e a partir para o Alentejo durante algumas semanas, Luísa deixa-se levar pelo tédio e pelo aborrecimento de estar sozinha em casa. A chegada do seu primo Basílio, que antes de emigrar para o Brasil a cortejara, acaba por conduzi-la a uma teia de enganos, adultério, chantagem e tragédia, numa brilhante sátira à moralidade e aos costumes da época como somente Eça de Queirós seria capaz de criar.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

O Primo Basílio
Maria Alves - Bertrand Chiado |2017-12-29
Sátira aos usos e aos costumes, terrivelmente atual. As águas estão paradas, a lama assente no fundo quando chega aquele primo que toda a gente tem, ninguém o admite mas que todos o desejam.

DETALHES DO PRODUTO

O Primo Basílio
de Eça De Queirós, Eça de Queirós
ISBN:9789722531429
Edição/reimpressão:01-2016
Editor:11 X 17
Código:007823000324
Idioma:Português
Dimensões:109 x 168 x 22 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:528
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance

sobre Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de Novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de Agosto de 1900, em Paris.
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