Da Lusitânia a Portugal

Dois mil anos de História - Livro de bolso

avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN: 9789722544108
Edição/reimpressão: 11-2022
Editor: 11 X 17
Código: 007823000542
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SINOPSE

Dividido em dez partes, representativas das dez fases da nossa evolução política, este livro acompanha o desenvolvimento de Portugal de condado a nação e a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU.
Escrita num tom acessível e direto e filtrada pelo olhar singular e pela experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, esta obra é essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Recomendo
Maria Amorim | 2025-02-21
Gosto da maneira como o livro está escrito. É de fácil leitura e é interessante conhecer também o pensamento do autor sobre a história do nosso país.

DETALHES DO PRODUTO

Da Lusitânia a Portugal
de Diogo Freitas do Amaral
ISBN: 9789722544108
Edição/reimpressão: 11-2022
Editor: 11 X 17
Código: 007823000542
Idioma: Português
Dimensões: 110 x 170 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 592
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > História > História de Portugal
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Diogo Freitas do Amaral

Diogo Freitas do Amaral foi uma figura nacional, conhecido como professor de Direito, político e escritor.
Nascido na Póvoa de Varzim, de família vimaranense, em 21 de julho de 1941, doutorou-se em 1967 e ascendeu a catedrático em 1984. Como fundador e primeiro presidente do CDS, foi um dos líderes dos quatro principais partidos políticos da Democracia portuguesa, em 1974 e anos seguintes. Foi conselheiro de Estado, Vice-Primeiro-Ministro, Primeiro Ministro interino, Ministro dos Negócios Estrangeiros (2 vezes) e Ministro da Defesa Nacional. No plano internacional, foi presidente da UEDC – União Europeia das Democracias Cristãs (1981-83) e presidente da Assembleia Geral da ONU (1995-96). De regresso a Portugal, foi co fundador e primeiro diretor da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Faleceu a 3 de outubro de 2019 e o País homenageou-o com honras militares, num reconhecimento sentido a um dos pais da Democracia portuguesa.
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