D. Afonso III, O Bolonhês

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ISBN:9789722537629
Edição/reimpressão:05-2019
Editor:11 X 17
Código:007823000431
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SINOPSE

Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional.

Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

O bisneto do Fundador
Flávio Alves - Livraria Bertrand Alma Shopping |2019-05-13
Uma biografia de um dos monarcas mais importantes da nossa história. Aquele que definiu os limites do nosso país, aquele que convocou as cortes pela primeira vez. Vale a pena conhecer um pouco mais da nossa história!

DETALHES DO PRODUTO

D. Afonso III, O Bolonhês
ISBN:9789722537629
Edição/reimpressão:05-2019
Editor:11 X 17
Código:007823000431
Idioma:Português
Dimensões:109 x 168 x 12 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:280
Tipo de Produto:Livro
Diogo Freitas do Amaral é uma figura nacional conhecida como professor de Direito, político e escritor.
Nascido na Póvoa de Varzim, de família vimaranense, em 21 de julho de 1941, doutorou-se em 1967 e ascendeu a catedrático em 1984. Como fundador e primeiro presidente do CDS, foi um dos líderes dos quatro principais partidos políticos da Democracia portuguesa, em 1974 e anos seguintes. Foi conselheiro de Estado, Vice-Primeiro-Ministro, Primeiro-Ministro interino, Ministro dos Negócios Estrangeiros (2 vezes) e Ministro da Defesa Nacional. No plano internacional, foi presidente da UEDC – União Europeia das Democracias Cristãs (1981-83) e presidente da Assembleia Geral da ONU (1995-96). De regresso a Portugal, foi cofundador e primeiro diretor da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
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