Contos

Contos

Livro de Bolso

ISBN: 9789722517867
Edição/reimpressão: 07-2008
Editor: 11 X 17
Código: 782300000002
Coleção: 11X17
ver detalhes do produto
8,00€ I
-30%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
COMPRAR
-30%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
8,00€ I
COMPRAR
I 30% DE DESCONTO EM CARTÃO
I EM STOCK
I PORTES GRÁTIS

SINOPSE

Aqui se reúnem 23 contos do Eça, desde os mais célebres até outros mais difíceis de encontrar actualmente no mercado.
Ver Mais

DETALHES DO PRODUTO

Contos
de Eça de Queiroz
ISBN: 9789722517867
Edição/reimpressão: 07-2008
Editor: 11 X 17
Código: 782300000002
Coleção: 11X17
Idioma: Português
Dimensões: 109 x 170 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 528
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Contos
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
Ver Mais