O Alienista

Livro de bolso

Uma crítica clássica aos costumes do século XIX
ISBN: 9789722550758
Edição/reimpressão: 01-2026
Editor: 11 X 17
Código: 007823000644
Coleção: 11X17
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SINOPSE

Esta é uma das primeiras e mais lidas obras de Machado de Assis, que tem marcado presença na biblioteca de várias gerações, um pouco por todo o mundo.

A história de Simão Bacamarte, um psiquiatra que, motivado pelas suas viagens e pesquisas, institui um manicómio na sua cidade natal, em que interna todos aqueles que considera insanos, é uma sátira social celebrada pela crítica e pelos leitores.

Até que ponto pode um homem impor a sua vontade em nome da razão?
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DETALHES DO PRODUTO

O Alienista
de Machado de Assis
ISBN: 9789722550758
Edição/reimpressão: 01-2026
Editor: 11 X 17
Código: 007823000644
Coleção: 11X17
Idioma: Português
Dimensões: 113 x 176 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.
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