Novelas do Minho

Novelas do Minho

ISBN:9789722519496
Edição/reimpressão:06-2009
Editor:11 X 17
Código:007823000028
Coleção:11X17
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura.

As Novelas do Minho tiveram apenas uma edição em vida do autor, publicada entre 1875 e 1877. O 1º volume, Gracejos que Matam, publicou-se em final de 1875. No ano seguinte foi a vez dos 2º ao 7º volumes, respectivamente, O Comendador, O Cego de Landim, A Morgada de Romariz, O Filho Natural e a primeira parte de Maria Moisés. No ano seguinte publicou-se a continuação de Maria Moisés (8º volume), O Degredado (9º) e a mais conhecida das novelas, A Viúva do Enforcado (volumes 10 a 12).
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Se Eça é inigualável no bom gosto, Camilo supera-o na arte de traduzir o movimento e a acção.»
Aquilino Ribeiro

DETALHES DO PRODUTO

Novelas do Minho
ISBN:9789722519496
Edição/reimpressão:06-2009
Editor:11 X 17
Código:007823000028
Coleção:11X17
Idioma:Português
Dimensões:108 x 168 x 23 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:552
Tipo de Produto:Livro
Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.
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