Alves & C.ª

Alves & C.ª

Eça de Queirós
Uma sátira só ao alcance de um dos grandes nomes da Literatura Portuguesa.
ISBN:9789722537599
Edição/reimpressão:04-2019
Editor:11 X 17
Código:007823000427
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SINOPSE

Um romance que nos apresenta um casal, Godofredo Alves e Ludovina, nas suas contradições mais profundas. Em plena comemoração do aniversário de casamento, Godofredo surpreende Machado, que além de ser seu sócio também é o seu melhor amigo, numa relação adúltera com Ludovina.

Na sociedade portuguesa de finais do século XIX, este triângulo amoroso vai desencadear nos intervenientes um conjunto de respostas através das quais Eça de Queirós explora alguns dos principais temas que circunstâncias como estas podem suscitar.

Uma sátira só ao alcance de um dos grandes nomes da Literatura Portuguesa.
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DETALHES DO PRODUTO

Alves & C.ª
de Eça de Queirós
ISBN:9789722537599
Edição/reimpressão:04-2019
Editor:11 X 17
Código:007823000427
Idioma:Português
Dimensões:110 x 168 x 5 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:112
Tipo de Produto:Livro

sobre Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de Novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de Agosto de 1900, em Paris.
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